7/29/2015

7/10/2015

El Perfume Del Invisible Pelicula Completa En Español

4/01/2015

Posted tagged ‘Milo Manara’

Milo Manara e o limite do erotismo: X-Men e Bórgias

5 de junho de 2012

Os personagens, mitos e personalidades envolvidos são públicos e muito bem conhecidos. Não há necessidade de se apresentar Milo Manara, mestre absoluto dos desenhos eróticos e dos traços da beleza feminina contemporânea.

A família Bórgia, o dissoluto, luxurioso, corrupto e assassino papa Rodrigo Bórgia, seu filho arrogante e assassino César, sua filha luxuriosa e assassina Lucrécia, entre outros parentes, estão mergulhados em histórias, mitos e lendas, quase tudo no modo mais negativo possível. Estão em alta novamente nos últimos tempos, retratados em filmes, seriados, documentários, estudos. Na verdade, mesmo quando não são citados diretamente, percebe-se a profundidade da influência do imaginário dessa família em produções que retratam a ligação do poder político com corrupção e luxúria, como os seriados de televisão ‘Roma’, ‘Spartacus’ ‘The Tudors’, ou filmes de cinema como ‘O Poderoso Chefão’ (em especial, a Parte III, mas toda a série de Coppola é banhada por reminiscências não-explícitas de uma herança borgiana). Os X-Men já sofreram bastante altos e baixos em sua carreira desde sua criação nos quadrinhos por Stan Lee na década de 60, e mesmo quando transpostos para adaptações cinematográficas, os resultados foram bem desiguais. No momento estão usufruindo do sucesso de “X-Men: Primeira Classe”, reconhecido não só como o melhor produto da franquia nos cinemas até agora, mas como um dos melhores dos filmes baseados em superheróis em geral.
Antes de entrarmos nas implicações e resultados meio que conflitantes (tanto para o bem quanto para o mal) provindos da miscelânea acima, creio que seria melhor deixar claro alguns pontos específicos, em especial sobre o próprio Manara. Alguns pontos não são exatamente ‘científicos’, são mais referências subjetivas (e eu assumo isso); acredito, porém que tenham sua validade. Ou servem, no mínimo, para adentrarmos na discussão.
– O estilo de desenho de Manara, de linhas claras e limpas, remetem diretamente para o tipo de ilustração naturalista europeu da década de 60, 70, anos de explosão criativa de jovens artistas no mundo inteiro, ansiosos para arrebentarem velhos padrões de comportamento e de arte. Manara, apesar do estilo clássico do seu trabalho, é igualmente fruto dessas inquietações e impulsões;
– A Beleza em Manara é feminina. Essa frase não é uma repetição da ideia de que ele consegue desenhar as mulheres mais bonitas e sensuais, e em todas as poses e trejeitos, com naturalidade e liberdade. É isso, mas não só. Quero remeter ao dado de que mesmo as figuras masculinas, quando bonitas, repetem o padrão de estética retratado nas mulheres: os traços finos, os corpos magros, os rostos quase idênticos. Quando Manara deseja retratar feiúra, ou expressar visualmente o caráter negativo ou nojento dos personagens, seu traço tende ao exagero, à minúcia do feio, às vezes à caricatura.
– Manara segue um ideal de Beleza padronizado, ao ponto de se perder as características individuais de cada mulher. Perceba-se como as fisionomias femininas são quase todas idênticas. Como bonecas em série, o que as diferencia são elementos acessórios, como a cor ou corte do cabelo, a roupa, tom de pele. Observe-se como esse detalhe é realizado de forma bem diferente com os personagens masculinos: cada um dos homens é completamente inconfundível com outro, todos possuem uma personalidade bem marcada e diversa, expressa no seu visual. As mulheres, no entanto, podem ser confundidas, e é possível até atrapalhar o leitor, que muitas vezes necessita lembrar que tal personagem é loira e a outra morena, por exemplo, para poder diferencia-las.
Em ‘Bórgia’, há exemplos destacados disso: quando membros da nobreza italiana (branca) interagem com as criadas / escravas negras, o contraste é óbvio e direto. Mas observe-se como há tão pouca diferença fisionômica entre as próprias mulheres negras, são quase indistinguíveis. Com as caucasianas, acontece o mesmo. Em outro momento, observe-se a personagem Lucrécia junto com sua prima e melhor amiga: o rosto é o mesmo, o ‘molde’ é único, alongado e magro. Sabemos quem é uma e quem é a outra pela história narrada logo antes, mas visualmente o contraste é estabelecido pelos cabelos;
– Isso nos permite, desde já tão cedo, uma primeira conclusão: a questão que coloco nos exemplos acima não é racial, é de gênero: para Manara, os homens são pessoas, têm personalidade definida, densidade, e inclusive variedade visual. As mulheres são ícones, são modelos de beleza idealizados, cuja principal função é o do prazer sensorial erótico, fachadas de aparência agradável para consumo imediato, estereótipos dirigidos para um universo de imaginário masculino. Nenhuma surpresa, por certo; nada que já não soubéssemos antes mesmo de se abrir um livro com suas ilustrações, pois sabemos o que nos espera e o que desejamos. Acontece que nem sempre a pretensão erótica funciona, e essa irregularidade transparece nos trabalhos que veremos;
– Por outro lado, o que produz de excelência como ilustração, é ruim como narrativa: Manara é um péssimo escritor. Quando decide escrever suas próprias histórias, o resultado é de uma nulidade e fraqueza impressionantes, com argumentos pífios e desenvolvimentos pior resolvidos. A história que une os volumes do seu maior sucesso popular, ‘O Clic’ (que, verdadeiramente fundamentou sua fama e o instituiu como célebre quadrinista erótico) nada fica a dever a qualquer argumento dos filmes de pornochanchada brasileiros. isso fica ainda mais claro quando se compara com sua adaptação cinematográfica (‘Le déclic’, de Jean-Louis Richard e Steve Barnett, 1985; e mais tarde em uma série de filmes para a televisão italiana) que segue bem de perto o roteiro do quadrinho original: a sensação final é de puro constrangimento, pois o que há de bom em ‘O Clic’ é, e sempre foi, exatamente a ilustração. A pornochanchada brasileira é bem melhor.
Em alguns casos, a situação ainda piora: sua versão de ‘As Viagens de Gulliver’, publicada no Brasil como ‘Gullivera’ poderia ser muito bem uma obra erótica e ao mesmo tempo, uma crítica social (da mesma forma como o livro é uma devastadora crítica política e social disfarçada de fábula cômica) e, no final das contas, sobra somente um desastre, recheada de boas ideias e sacadas visuais geniais (como a do exército de pequeninos que passa por baixo das pernas de uma Gullivera giganta e sem calcinha), mas que se perde nestas piadas safadinhas e sem mais nenhuma pretensão.
Ao se associar com escritores e roteiristas que realmente sabem escrever para quadrinhos, tal como o sensacional Hugo Pratt ou mesmo Fellini, e quando Manara se dedica ao que faz de melhor, desenhar, é que a beleza de sua arte sobressai com força invulgar.
Vejamos o que aconteceu com a associação da arte de Milo Manara com o texto de Chris Claremont, em ‘X-Men – Garotas em Fuga’, e Alejandro Jodorowsky, em ‘Borgia’.

Leia matéria original completa no site em Desconcertos



3/25/2015


Guido Crepax

3/17/2015

 Las aventuras urbanas de Giuseppe Bergman


Milo Manara

Camino Oculto



 Milo Manara nos trae en camino oculto de vuelta a uno de sus mejores personajes, Giuseppe Bergman. Bergman deberá hacer de ángel de la guarda de una joven con una imaginación desbordante.

Milo Manara creó Camino oculto: Las aventuras urbanas de Giuseppe Bergman en 1998, veinte años después de la primera aparición del personaje protagonista en el mundo de la viñeta. Lejos del exótico toque aventurero de aquel HP y Giuseppe Bergman, tan deudor del espírituHugo PrattCamino oculto se sostiene sobre un estilo más intimista y artístico, sin olvidar la habitual carga erótica de Milo Manara.

Camino Oculto: Las aventuras urbanas de Giuseppe BergmanEl guión, uno de los mejores que ha firmado hasta la fecha el autor italiano, narra la historia de una bella mujer obsesionada con un libro de arte del que toma prestada la identidad de protagonistas femeninas de cuadros famosos. Así, Manara se recrea en su afición por el Arte mostrando una buena cantidad de obras clásicas y reinventándolas a su modo, convirtiendo a la protagonista en musa inocente y demencial de TintorettoManet o Boticelli. Además, los ecos quijotescos a la obra cervantina son más que evidentes.

Camino oculto es un auténtico homenaje a la imaginación y a la fantasía, más como necesaria evasión ante un mundo real cruel y egoísta que como simple y sana afición. Giuseppe Bergman quedará relegado a convidado de piedra que intentará bajar de las nubes a la mujer, salvándola de todas aquellas situaciones que la ponen en peligro. El personaje se convierte así en secundario, un mero conductor a través del hilo del imaginativo guión.
Hay humor, por supuesto, e incluso una Camino Oculto: Las aventuras urbanas de Giuseppe Bergmanpizca de crítica política (habitual en las historias de Manara) reflejada en una sociedad cada vez más deshumanizada, y quizás por ello menos imaginativa y menos sensible. El arte se erige imagen especular de una sociedad feísta. Imaginación frente a mentes obtusas. Inocencia frente a perversión.



Milo Manara
 nunca ha dibujado mejor que en este tomo, recreando bellos paisajes e iconografía clásica con una multitud de matices y sombras que dotan de vida las imágenes de su relato. Se nota el mimo con el que ha tratado la historia y los personajes, subrayado por un final tan abierto y vital que será el propio lector el encargado de darle forma.

1/28/2015

Lost Girls.


"Deixar todo mundo ver sua sexualidade é assustador", diz Melinda Gebbie
Artista americana fala sobre a obra erótica "Lost Girls", a parceria profissional com o marido e o o preconceito em décadas passadas


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Larissa Drumond, enviada ao Rio de Janeiro


















Quero ver esta historia

Melinda Gebbie é uma das poucas mulheres renomadas
 a figurar o universo das histórias em quadrinhos. Isso bem antes de ser mulher do autor inglês Alan Moore e de criar, em parceria com ele, a graphic novel “Lost Girls”, cujo terceiro e último volume foi lançado em 2006.
A desenhista de São Francisco (EUA), que há uns bons anos vive na Inglaterra, começou na década de 1970 após apresentar seu portfólio para uma artista e ser chamada para integrar a equipe feminina da revista “Wimmen’s Comix”. “Mas, no começo, eu queria ser pintora, nem pensava em ser cartunista”, revela. Pela primeira vez no Brasil, ela conduziu uma palestra sobre quadrinhos britânicos na primeira edição da Rio Comic Con – ao lado de Kevin O’Neill, de “A Liga Extraordinária”.
Baixa, com longos cabelos grisalhos, tênis de corrida e um sorriso acolhedor por trás de resquícios de batom vermelho – que chega facilmente, mesmo sofrendo com o calor carioca. Melinda falou ao iG sobre a parceria com o marido, o preconceito por ser mulher e ainda se aventurar na HQ underground – e, claro, sobre “Lost Girls”, obra em que Wendy, Dorothy e Alice já são adultas e vivem tórridas experiências sexuais.

iG: Como “Lost Girls” foi idealizado? 
Melinda Gebbie: Nós fomos convidados para trabalhar na mesma história em quadrinhos e sentamos para decidir como seria. É um livro pornográfico, com arte e escrita eróticas. O projeto das páginas que faríamos juntos foi cancelado, então nós continuamos dialogando e, como já tínhamos feito livros longos, Alan perguntou o que eu gostaria de fazer. Eu disse que a fórmula seria uma história sobre três mulheres. Ele contou que sempre quis fazer uma história erótica sobre Peter Pan. E, então, pensei em Wendy, de "Peter Pan", Dorothy, de “O Mágico de Oz”, e Alice, de “Alice no País das Maravilhas”. Foi assim que tudo começou.
iG: Qual é o diferencial em fazer quadrinhos eróticos?
Melinda Gebbie: Você deixa todo mundo ver sua sexualidade, o que é muito revelador e assustador.
iG: Você já sentiu algum preconceito por ser uma das poucas mulheres nesse meio?
Melinda Gebbie: Eu costumava sofrer preconceito muito tempo atrás, quando fazia quadrinhos underground. Mulheres cartunistas não desistiam por causa dos homens, mas nosso publisher dizia que éramos sortudas por termos nossos trabalhos publicados, como se fosse um favor.
iG: Você acha que essa realidade já mudou?
Melinda Gebbie: Eu não sei, porque não conheço muitas cartunistas mulheres. Mas acredito que sim, já que agora é mais fácil de o público em geral apreciar o trabalho delas, principalmente se forem mainstream. Nós estávamos em outra situação, porque éramos underground.
iG: Você tem algum ídolo que a inspirou no começo?
Melinda Gebbie: No começo, eu queria ser responsável pela arte final. Queria ser pintora, nem pensava em ser cartunista! Mas posso dizer que as paródias de "Mad" me inspiraram.
iG: Do que você mais gosta durante o processo de criação?Melinda Gebbie: Adoro a parte editorial, de pensar nos personagens, tanto físico como emocionalmente. Também gosto de fazer o desenho a lápis e passar o nanquim, etapa em que tudo está mais definido.

iG: Você já foi censurada por conta do caráter erótico?
Melinda Gebbie: Tem uma história engraçada. Quando eu era mais nova, fui procurar emprego numa editora de livros infantis. Levei meu portfólio com os desenhos, o contratador fez uma cara de espanto e disse: “Você sabe que não vai poder fazer esse tipo de desenho aqui, certo?” Virou as páginas e chamou os outros que estavam por perto para ver também. No fim, ele disse: “Muito bom, mas é melhor você voltar outra hora”.

11/24/2014



Quadrinhos Eróticos…entre a pornografia e o erotismo



É preciso aprender a diferenciar a pornografia do erotismo. No caso dos Quadrinhos essa distinção é quase óbvia, pois o quadrinho erótico de autor apresenta uma qualidade inconfundível. Nos desenhos de inegável qualidade artística, no estilo próprio e na concepção estética dos gênios criativos de Manara, Crepax ou Pichard, só para falar dos mais conhecidos. A criatividade não deve limitar-se ao grafismo mas deve ser extensiva ao roteiro e ao enredo das histórias. No entanto, não existe uma regra, nada é absoluto, pois conceitos de estética e de bom gosto são relativos e inerentes à individualidade e ao repertório cultural das massas ou das elites. Neste sentido, tomei a iniciativa de divulgar alguns textos importantes já disponibilizados na web. Compartilhem comigo o primeiro deles.

Pornografia e erotismo nas Histórias em Quadrinhos

Erotismo ou pornografia, um dilema ou silogismo disjuntivo que sempre é trazido à baila quando se trata do tema dos QUADRINHOS ERÓTICOS.Uma primeira distinção a fazer-se é de cunho etimológico, haja vista que o termo PORNÔ tem origem no idioma grego, traduzindo-se por PROSTITUTA.Ora, a prostituta vende sexo, lucra com seu corpo; do mesmo modo, pode-se dizer que o Quadrinho, bem como qualquer manifestação cultural adjetivável como pertencente à categoria pornográfica, teria sido produzia objetivando tão somente o lucro fácil e imediato, constituindo-se numa produção meramente comercial.Disto percebe-se a impossibilidade de existência de uma Quadrinho de autor pornográfico, cabendo tal adjetivação apenas ao dito Quadrinho de linha de montagem, Quadrinho comercial ou industrial, feito por equipes anônimas com o fito econômico em mente, pasteurizado e ascético, impessoal, com imagens explícitas.Por outro lado, o Quadrinho de autor, a exemplo do cinema de autor, poderia ser adjetivado de erótico.No Quadrinho erótico de autor, encontra-se o estilo, as posições políticas, estéticas, as preferências sexuais do autor, reflete a personalidade do artista, é pessoal como o trabalho de um Crepax, Pichard, Manara.São obras de arte nas quais se sente a presença, a mão, a mensagem do artista que as criou, o que permite a identificação, o encontro do leitor com seu autor preferido por meio da obra quadrinhizada.Flávio Calazans – Publicado em 22.09.2003

8/30/2014

Claudia Christiani é uma fina e recatada dama da alta sociedade. Sexualmente reprimida, reage com repulsa ao assédio dos homens, especialmente ao do doutor Fez, um amigo de seu marido. Porém o que ela não imagina é que existe uma máquina capaz de encher de luxúria até mesmo a mais fria das criaturas. Com uma pequena ajuda - não exatamente requerida - do velho Fez, Claudia logo se...



8/24/2014

7/06/2014


hqe por Valentinepaz

Bem-vindo ao Universo dos Quadrinhos Eróticos e Adultos

6/06/2014

5/20/2014

Qual a personagem mais sexy das Histórias em quadrinhos?
                                Via Uol



5/12/2014

EROTIC COMICs

Uma visão geral do erotismo e pornografia adulta em quadrinhos


Na Inglaterra, os quadrinhos eróticos "Janet at War" por Norman Pett, ajudaram a levantar a moral dos soldado britânicos durante a segunda guerra mundial.

Os Melhores quadrinhos eróticos por grandes artistas

5/04/2014

Azul é a cor mais quente

“Azul é a cor mais quente”

Confira as ilustrações da HQ que inspirou o longa
Clémentine tinha 15 anos quando avistou Emma na rua pela primeira vez entre transeuntes apressados. Apesar de lutar contra o turbilhão de sensações que lhe vinham à tona cada vez que pensava na misteriosa Emma e seus cabelos azuis, Clémentine sabia que não poderia controlar seus desejos por muito tempo. Enfrentando os olhares alheios e a moral vigente, Clém entrega-se a essa intensa relação, descobrindo sua sexualidade e seu lugar no mundo.
É esse o enredo da história em quadrinhos adulta Azul é a cor mais quente (Le bleu est une couleur chaude). A obra, escrita e desenhada pela francesa Julie Maroh, serviu de inspiração para o longa vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes deste ano, La vie d’Adele (Azul é a cor mais quente) do diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche.
Desde a estreia em Cannes, onde foi bem recebido, o  filme causou alvoroço por conter longas e picantes cenas de sexo protagonizadas por Adèle Exarchopoulos, atriz que interpreta Adèle – a Clémentine dos quadrinhos – e Léa Seydoux, que vive Emma.





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